quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Microsoft bane garoto de 13 anos da Xbox LIVE e faz pais questionarem política da empresa

Os casos de banimentos injustos na Xbox LIVE se tornaram uma boa dor de cabeça para aMicrosoft ultimamente, mas com certeza são bem piores para os usuários. Um garoto de 13 anos foi banido do serviço, sem receber um motivo específico para tal, levando seus pais a questionarem se a empresa tem mesmo o direito de fazer isso.

O menino em questão, Taylor Leeson, comprou um Xbox 360, jogos e acessórios, no valor de quase US$ 500, com mais US$ 65 pela assinatura da Xbox LIVE, para um dia acordar e descobrir que seu videogame estava banido, recebendo como justificativa apenas a tradicional explicação da Microsoft de que ele violou os termos de uso do serviço.
Quando Taylor e seus pais entraram em contato com a empresa, viram que não poderiam questionar a punição dele e que também não poderiam saber o motivo. O atendente ainda sugeriu que a única solução para ter novamente acesso ao serviço seria comprar um novo console.
Foi quando os pais do garoto registraram uma reclamação na Federal Trade Commission and Better Business Bureau, alegando: “A Microsoft roubou a voz do meu filho e lhe negou o direito de alegar sua inocência. Nos oferecemos para enviar à Microsoft o nosso console para verificação e eles recusaram dizendo que não valeria a pena. Não valeria para quem? Para aMicrosoft? Um garoto de 13 anos discorda”.

A empresa não havia feito nenhum pronunciamento a respeito, quando com a mesma surpresa que veio o banimento, Taylor descobriu que sua conta havia sido reativada. Aparentemente, um erro na Xbox LIVE o teria banido por engano e a empresa estava oferecendo três meses de serviço grátis e 1600 Microsoft Points como compensação.
Esse tipo de caso está cada vez mais comum, e o que antes gerava pesada desconfiança sobre os hábitos do usuário, agora tem exercido cada vez mais pressão sobre a Microsoft, que não revela suas políticas de policiamento, e apesar dos recentes enganos, insiste que elas são infalíveis.



sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Call of Juarez: Cartel, quando não se deve mexer em time que está ganhando

Nome: Call of Juarez: Cartel
Gênero: Ação
Distribuidora: Ubisoft (distribuído no Brasil pela NC Games)
Plataformas: PC, Xbox 360 e PS3 



Uma das mais famosas franquias inspiradas no velho-oeste recebe uma nova versão e muda completamente o seu foco. Trocando o famoso "bang-bang", por um enredo baseado no cartel de drogas mexicano, o jogo acaba se perdendo e decepcionando. Confira:
Mudanças que não agradam
Quando troquei palavras com Blazej Krakowiak, diretor geral da Techland, a produtora de Call of Juarez: Cartel, a primeira coisa que perguntei para foi porque diabos eles resolveram largar toda a temática e clima de faroeste para dar espaço a um mundo contemporâneo. A resposta foi que “o time de desenvolvimento decidiu fazer a ação do terceiro jogo da série Call of Juarez nos dias atuais para trazer um novo direcionamento para a série.” A alegação foi que há mais opções, mais armas e a possibilidade de fazer uma viagem pela Califórnia e México. Acontece que, ao colocar a temática clássica da série de lado, a produtora caiu naquele velho ditado: “Não se mexe em time que está ganhando”. E eles mexeram. 

Outro enredo, outro foco
Esta nova empreitada conta a história de três policiais nas ruas de Los Angeles, com a missão de desfazer um cartel de drogas mexicano que se instala e cresce cada vez mais por lá. Os protagonistas são Kimberly Evans, uma agente do FBI, Eddie Guerra, uma agente da DEA que trabalha também como infiltrado em grupos narcóticos, e Ben McCall – descendente de Ray McCall, protagonista dos jogos anteriores – e um policial veterano da guerra do Vietnã que se veste de cowboy. 
Cada personagem tem uma personalidade, que não necessariamente são carismáticos ou geniosos, e também contam com algumas missões e elementos únicos durante a aventura. Isso inclusive permite a jogatina em multiplayer cooperativo, que apesar de parecer bastante atrativa, você vai notar neste texto porque não vale a pena. 
Uma cascata de bugs e problemas 
O novo game da série Call of Juarez não começa bem. Além de você se deparar com uns policiais bem chatos, a parte gráfica do game deixa muito a desejar. Tirando os cenários em geral, que inclusive são bastante variados, as texturas, efeitos de luz e modelagem dos personagens parecem ter vindo de uma geração anterior. Sem falar em quando é necessário pilotar um veículo. Ele parece simplesmente deslizar em uma pista de gelo. E quando colide com algum objeto, simplesmente para em um tranco, sem sofrer nenhum dano. Ou seja, realismo zero. 
Além disso, a história é toda cheia de jargões conhecidos. Os policiais são machões, falam em gírias ou dão de durões a todo momento, enquanto levas e mais levas de criminosos mexicanos os emboscam nos mais diversos locais da cidade, que vão de plantações de maconha até desertos. 
As armas, granadas e estilo de jogo são genéricos. Durante o jogo todo você encontrará bugs e muita linearidade. Os tiroteios, diálogos, perseguições de carro e cenas de ação já foram vistos de forma melhor em outros games de gerações anteriores. O que torna a experiência deste título bastante entediante. 
Bem decepcionante!
Call of Juarez: Cartel realmente parece um filme “B”. Mas não daqueles bons. Aqueles que realmente você não deve chegar nem perto. E é realmente uma pena que a produção tenha decaído tanto em relação aos seus jogos anteriores.
Podemos julgar que isso conseguiu ser conquistado pela decisão da produtora em largar o bom e velho Oeste para dar espaço a mais um game descartável. Daqueles que são lançados aos montes todos os anos. 
Conclusão
Call of Juarez: Cartel foi uma tentativa de mudar todo um pano de fundo de uma série que vinha se consagrando ao longo dos anos. Do clássico Velho Oeste para as ruas da Los Angeles de hoje, o jogo conseguiu se afundar em um poço de problemas, bugs e uma péssima física. A história rasa, assim como os personagens ligeiramente forçados tornam a experiência descartável, já que há tantos outros jogos melhores do gênero no mercado.






Sonic Generations será lançado também para PCs

O porco-espinho velocista Sonic The Hedgehog não teve muitas de suas aventuras apresentadas em PCs. Assim, quando surgiram os primeiros boatos que Sonic Generationsseria lançado para a plataforma, o nível de desconfiança foi elevado. Mas a SEGA confirmou esta semana que o novo título será lançado, sim, para PCs via distribuição digital, em serviços como o Steam e o Direct2Drive.
No título, que já está em pré-venda, o Sonic baixo e gordinho do passado encontra o alto e magro do presente em fases que relembram clássicos momentos da saga do borrão azul. O primeiro joga em fases com perspectiva 2D e jogabilidade limitada, como na era do Mega Drive. O segundo já ganha câmera em terceira pessoa, além de habilidades como ataques teleguiados.
Sonic Generations será lançado no dia 1º de novembro, também para PlayStation 3Xbox 360 e 3DS, sendo que este último terá fases exclusivas, foco maior na jogabilidade 2D, além do óbvio efeito estereoscópico 3D.


quinta-feira, 13 de outubro de 2011

No More Heroes: Heroes Paradise, pancadaria e humor no PS3

Nome: No More Heroes: Heroes Paradise
Gênero: Ação
Distribuidora: Konami
Plataformas: PS3 

Um dos mais famosos jogos de Suda 51 está de volta. Com gráficos melhores e mudanças na jogabilidade, o game continua sendo um dos mais divertidos do gênero. Confira: 
A história de um nerd
Travis Touchdown é um cara que gosta de apetrechos nerds. E isso inclui mangás, coleções de HQ, revistas, livros, sabres de luz e um certo apreço por mulheres. Enquanto ele vagava pela internet, surgiu uma promoção de compra em um site de leilões de uma espécie de espada elétrica parecida com as armas da série Star Wars, de George Lucas. O cara não pensou duas vezes e clicou em comprar.
Acontece que, ao adquirir este produto, ele também ganhou um fardo na sua vida. Esta arma especial deve ser usada para combater uma lista secreta dos dez maiores assassinos da região. E Travis acabou de automaticamente se envolver com essa lista. 
Pancadaria para todos os lados 
Como você deve ter imaginado, você controla Travis nesta aventura. Um magrelo que veste uma jaqueta vermelha e tem uma moto gigante toda estilosa. Com uma missão de acabar com os dez bandidos mais malvadões do pedaço, ele não busca apenas sobreviver, mas sim ser o número um da lista secreta. E para isso, ele tem que suar muito a camisa. 
Logo de início dá para ter uma idéia do que o jogo se trata. O protagonista monta em sua moto, chega em uma mansão em alta velocidade, a ponto de capotar o seu veículo, enquanto decepa as cabeças dos seguranças local. A partir daí, você controla esse maluco durante a sua aventura. 
No More Heroes traz muito sangue e pancadaria em sua fórmula. Com a produção direta de Suda 51, o produtor loucão por trás de jogos como Killer 7 e o mais recente Shadows of the Damned, o título esbanja bizarrices, mas também muita diversão. A jogabilidade é simples: desferir pancadas de todos os tipos nos inimigos, para depois realizar uma “finalização” por meio de comandos nos analógicos do controle ou, se o PlayStation Move estiver habilitado, movimentos com o joystick especial. 
Upgrade gráfico
Esta versão mais recente, que chega ao PlayStation 3, conta com gráficos um pouco mais polidos. Mas no geral o jogo funciona da mesma forma que a versão para Nintendo Wii. Isso significa que não há nada de realmente novo aqui. Serve mais para os donos do console daSony curtirem desta obra da Feel Plus em parceria com a Grasshopper Manufacture – já que o jogo não foi tão difundido no console da Nintendo, que tem seu foco em jogadores casuais. 
Isso não deixa de ser uma coisa boa. No More Heroes é extremamente divertido, traz elementos retrô e várias menções ao mundo geek. Sem falar, é claro, em muitos combos, chefões poderosos e violência de faz de conta – ingredientes de um bom game de ação. 
Pequenos problemas, grandes golpes 
No entanto, os mesmos problemas da versão original do título continuam na versão em HD. Temos quedas de quadros por segundo, problemas na física do jogo, variações e quebras de gráficos e o mais irritante: uma cidade relativamente grande para explorar, mas que é quase vazia.
Não há nada a se fazer, a não ser passear com a sua moto que tem uma física péssima para fazer curvas e fluir com realismo, e pegar as missões extras – que serve para pouca coisa no jogo, a não ser tentar oferecer algum tempo a mais de “vida útil” ao produto. O problema delas é que você acaba se desprendendo da história principal por isso, diminuindo todo o ritmo frenético que ele ao menos deveria ter do começo ao final.
De qualquer forma, No More Heroes: Heroes Paradise não desaponta. Sua versão transformada em HD oferece diversão de sobra e gráficos um pouco mais vivos do que a versão original. Portanto, espere muita pancada, humor ácido e, se você tiver um PlayStation Move, suor na camisa. 
Conclusão
A versão para PlayStation 3 de No More Heroes vem com algumas novidades, como a resolução HD, melhoras não tão significativas, mas agradáveis nos gráficos, além da possibilidade de utilizar o PlayStation Move. É uma excelente opção para quem gosta de jogos de ação, pancadaria e uma boa dose de humor. 






Phoenix Wright e Nova aparecem em seus primeiros vídeos de Ultimate Marvel vs. Capcom 3

Capcom liberou vídeos mostrando dois novos participantes de Ultimate Marvel vs. Capcom 3 em ação. Phoenix Wright é o mais inusitado deles, do lado da Capcom, o advogado luta de maneira estranha e ainda assim se encaixa tão bem ao jogo. Nova é um personagem um pouco menos conhecido da Marvel, mas incrivelmente poderoso. 


Após muitos pedidos de fãs e vários rumores, finalmente Phoenix Wright, o advogado protagonista dos primeiros capítulos da série Ace Attorney da Capcom, estará disponível como lutador no crossover da empresa.



O personagem mistura movimentos bem estranhos, disparando projéteis com a ponta dos dedos, como quando aponta para seu réu no tribunal, espalhando folhas contendo relatórios de evidências pelo ar, jogando vasos de flores e até mesmo folheando livros e espirrando. Fazendo participações especiais em seus golpes também estão sua ajudante Maya e o juiz, com seu pesado martelo. 
Já Nova não é um dos personagens mais conhecidos da Marvel pelo grande público, tendo uma de suas aparições mais chamativas quando participou dos Novos Guerreiros, os quais também não emplacaram muito. 
Seu nível de poder, por outro lado, é inquestionável. Isso torna seus movimentos no jogo uma mortal mistura de Homem de Ferro com Jin Saotome, exibindo grande força com um bom nível de agilidade. Com certeza se tornará um dos novos preferidos dos jogadores nos combates. 

Primeiros extras de Batman: Arkham City ganham preço e data

Os primeiros conteúdos extras a serem vendidos por download de Batman: Arkham Citytiveram seu preço e data de lançamento revelados. A estréia ocorre em 1º de novembro, com o personagem Asa Noturna (Nightwing) adicionado aos hall de heróis jogáveis no game. O parceiro de Batman será controlável em pacotes de missões especiais e o pacote contém ainda dois mapas inéditos – Wayne Manor e Main Hall. Tudo isso por US$ 7. 
O mais interessante é que Asa Noturna não será uma mera “skin” de Batman. Ele é um personagem único, com seus próprios movimentos, animações e golpes. O mesmo vale para Robin, o menino-prodígio, que chega em 6 de dezembro, com um pacote que deve funcionar de forma similar ao do Asa Noturna, e pelo mesmo preço. 
O pacote de Robin, porém, será gratuito para aqueles que fizerem pré-venda do jogo na lojaBest Buy. Felizmente, para nós brasileiro, o pacote do personagem será encartado com um código para download em todas as cópias de Batman: Arkham City compradas lacradas, em lojas. 
Ainda em 6 de dezembro os jogadores poderão comprar um pacote com skins para Batman, por US$ 5. Ainda não está claro se este pacote terá todas as skins mostradas em anúncios de pré-venda. A produtora Rocksteady garante ainda que pretende lançar pacotes de missões adicionais para o Homem-Morcego e também para a Mulher-Gato. 
Batman: Arkham City chega em 18 de outubro, para PlayStation 3, PC e Xbox 360. O Coringa está de volta para tornar a vida do Homem-Morcego um inferno, agora que criminosos rondam as ruas de Gotham. Outros vilões presentes nesta sequência de Arkham Asylum são o Duas Caras e Hugo Strange. 


Trailer de lançamento de Spider-Man: Edge of Time

Spider-Man: Edge of Time foi lançado na última semana dia 4 de Outubro, título que foi desenvolvido pela Beenox, mesmo estúdio responsável pelo sucesso de crítica de 2010Spider-Man: Shattered Dimensions. Nesse novo título da série do Homem-Aranha, os jogadores irão encontrar o sistema de causa e efeito, ou seja, todas as ações tomadas na história irão afetar o desenrolar do jogo.
Na história do título veremos o Homem-Aranha lutando contra o Anti-Venom, depois de o mesmo ser atacado pelo inimigo e quase morto. A época em que se passa a história de Edge of Time é o ano de 2099, onde Miguel O’Hara (Spider-Man) investiga Walker Sloan, cientista da Alchemax. Nesse processo ele descobre que Walker planeja uma viagem no tempo e ao encontrá-lo nesse processo tem várias visões da morte do Spider-Man original.

Apesar das boas notas recebidas para Shattered Dimensions, Edge of Time parece que não agradou tanto quanto seu antecessor, mas ainda assim é um título interessante para os fãs de Peter Parker.
Spider-Man: Edge of Time recebeu notas baixas em alguns dos mais respeitados sites especializados, como Destructoid (que deu 50/100), IGN (45/100) e Joystiq (50/100). O título já está disponível para PlayStation 3Xbox 360PCNintendo Wii e 3DS. Confiram o vídeo trailer de lançamento.